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Ideias a la Carte

BACALHAU E FRUTAS - 22Ago2018 03:08:29
O bacalhau foi feito a partir da receita de Bacalhau a Gomes de Sa.
As postas foram dessalgadas, mas não muito e por último cobertas com leite e deixadas por 2 horas aí.

Refogadas batatas, 1 dente de alho e cebolas em rodelas grandes e grossas em azeite, a elas foi juntado o bacalhau. Provado o sal e pimenta do reino, aprovado. Esta mistura foi colocada no refratário ja'com o leite em que o bacalhau estava de molho e entao adicionados tirinhas de pimentão vermelho, tomate pelado, alho em conserva, azeitonas pretas e salsinha picada.
Forno baixo, 180 graus, por 30 minutos, serido com o leite borbulhando. Vinho Periquita?
Para mim, limonada, please.
Muito facil, barato porque a diferença entre o bacalhau em postas e este em lascas é de mais ou menos
300 %.Claro que não é em qualquer lugar que as lascas são boas, Já comprei no Wall Mart e no Carrefour e não estavam boas. Esta comprei em uma loja de frios, vinhos etc em Franca, Frillar, nao sei se escreve assim, mas estavam ótimas.

 As minhas melhores amigas neste periodo sao as frutas, quase todas. Aqui, o abacaxi nasceu em casa, de folhas fincadas num vaso.
 A pitaia, geladinha tambem nasceu por aqui, na casa do Cairo, o vizinho que costuma trazer frutas deliciosas todas as semanas.


Fonte: http://feedproxy.google.com/~r/ideiasalacarte/~3/X341mJWAfZM/bacalhau-e-frutas.html

Recordaçoes - 02Fev2011 12:32:00

 Acima, a lembrança de um último jantar com gosto, em novembro, no Mirai, em Ribeirao Preto, onde o sushiman só nos olha e dizemos, faça o que quizer. E ele faz o melhor.
Aqui o improviso do pizzaiolo Fido, aproveitando para mostrar a tela que adquiri da minha amiga Maysa, da Arter, Ribeirao Preto. Ficou ,muito gostosa aqui na entrada, perto da mesa, ainda nao sei se é definitivo ou se mudará de lugar.

Fonte: http://feedproxy.google.com/~r/ideiasalacarte/~3/QFA2p2lbRKM/recordacoes.html

Depois de longo tempo, aindsa voiu mostrar as fotos de Panzano in Chianti, o velho açougue de Dario Cechinni que nos levou a este cantinho perdido no vale do Chianti.
Desde que li o livro de Bill Bufford, Calor, tive vontade de ver este açougueiro da Toscana que declama Dante enquanto serve seus clientes.  Mas nao esperava uma festa tào grande.
Tinhaamos reservado jantar para as 21 horas, no Solecichia que éo restaurante em frente eao açougue, que seerve 2 sessoes por noite, 2 mesas cada uma para 20 pessoas aproximadamente, o que cria logo um ambiente alegre e descontraido, com diversos pratos de carne, que vao sendo servidos de tempo em tempo. Vinho generosamente servido.
Chegamos antes e fomos para o açougue onde o vinho era servido o tempo todo com pao e azeite de oliva, para quem la estivesse.
A Officina da Bisteca é outro restaurante que fica sobre o açougue, nao fomos, seria exagero!
 Dario Cechinni e suas apresentaçoes.


 Aqui, no açougue, recebendo seus clientes, que entram compram pates, carnes prontas ou nao, tomam um Chianti e conversam...
 Aqui, nossa mesa no Solecichia, com os vizinhos vindo de Firenze, e os outros de Siena. Panzano e Greve ficsm entre Firenze e Siena e tem uma história muito boa sobre a definiçao das fronteiras e,mépocas passadas, destas duas cidades. Num mesmo horario saia um cavaleiro de Siena e outro de Firenze,cada um em direçao da outra cidade e, onde se encontrassem, seria a nova fronteira. Que ficou ali por Greve in Chianti.
 Aqui mai uma foto da Officina da Bisteca.

Ainda nao sinto gosto nas comidas por bebidas, efeito da radio e de medicamentos, só vou voltar a cozinhar quando tiver recuoerado este prazer.

Fonte: http://feedproxy.google.com/~r/ideiasalacarte/~3/hZQ1VSWgLF8/panzano-in-chianti-dario-cechinni.html


FELIZ 2011 - 31Dez2010 17:54:00
Este ano, sem cardapios de festas, sem receitas, sem apetite. Assim mesmo, os amigos virão, ceia será feita e, espero, todos passarão um lindo final de ano. por enquanto sem fotos.

 Aconteceu o seguinte: um grupinho de células dentro de mim resolveu enlouquecer. Fizeram motim, pularam da mama, antes que alguem as visse por lá, e saltaram para as costelas, coluna e pelve, como malabaristas de circo, criando a tal metástase. E aqui estou no meio de radioterapia, hormonioterapia e injeções para fortalecer os ossos, que me impedem de chegar perto de algo comível.
Diante disto, o L se mostrou o melhor companheiro do mundo, com muita paciencia . E o Zed, Fre, Tati e Chris que deixaram seus programas e vieram passar natal e ano novo aqui, mantendo a casa em movimento,o que é muito importante.
Obriogada a voces e aos amigos carinhosos que ligam todos os dias, enviam e mails lindos e dão força para a próxima batalha.


FELIZ 2011 COM SAUDE PARA TODOS OS AMIGOS DO IDEIAS A LA CARTE.

Fonte: http://feedproxy.google.com/~r/ideiasalacarte/~3/GziY2L4es20/feliz-2011.html

TOULOUSE - 07Dez2010 01:25:00
Não está muito fácil este retorno. Ainda não consigo ficar muito tempo numa posição, por isso a demora em postar, mas vamos até Toulouse (ola Dominique!!!)
Fomos tão bem recebidos em Toulouse que tinha vontade de ficar mais tempo por lá. A cidade é uma graça, na Provence (Occitane está lá). Lugares agradáveis, pessoas muito amigas, restaurante ótimo. Minha amiga Dominique fez dois jantares para nós. Seu pai havia colhido uns cogumelos selvagens e enviado par ela, era estação, a sorte foi grande. O aroma daqeles champs na panela é uma coisa inesquecível, doce. Foie gras onde só quem lá mora sabe onde encontrar o melhor. Sem fotos dos pratos,  não deu tempo. Mostro a mesa que foi arrumada pela Clementine, menina fofíssima, delicada, e talentosa, vejam que graça:




 O mercado do centro da cidade é um exagero de coisas boas. E todo mundo come, todo mundo conversa, parece que todos se conhecem, um clima de interior... frances.


 O restaurante que elegemos não só o melhor de Toulouse, mas o melhor da viagem, está aqui. Brasserie Firmin, no 58, boulevard Carnot.



As ostras como entrada, L. pediu risoto de frutos do mar e eu pedi um grelhado que acompanhou risoto.
No dia seguinte pegamos a estrada e fomos atée Andorra, atravessando os Pirineus, uma amiga nos acompanhou por algum tempo:




Fonte: http://feedproxy.google.com/~r/ideiasalacarte/~3/xH1LVYZBQbw/toulouse.html

FEIRA EM PARIS - 25Out2010 20:09:00
Demorei muito mesmo para colocar um pedacinho da viagem aqui.
Mas tenho meus motivos.
Paris continua sendo a capital mais bonita da Europa, para mim. Chegam perto, pelo que me lembro, Praga e Madrid. Claro, é o que eu acho. Aceito discussões.
Como fomos bem calminhos, pudemos conversar sobre isto. A beleza de PAris está não só nos monumentos, pontes, igrejas. Está no conjunto arquitetônico. A cidade tem uma personalidade.
Não tem um edificios destoando. Existe  harmonia até nos tons de cinza.
Vou começar pelas feiras ao ar livre em Paris. Aliás por uma feira. Perto do hotel onde ficamos, em Monceau, perto da Av. Clichy. Esta feira foi meu ponto de referencia. E  tinha de tudo, desde roupas até frutas, desde o açougue até livros, de docerias, padarias, comida pronta, semi pronta, pequenos restaurantes, vinhos, colecionador de selos e moedas, flores e papelaria. E até o louco da feira.  Uma mistura heterogenea deliciosa.
Aí vai uma pequena mostra:











Fonte: http://feedproxy.google.com/~r/ideiasalacarte/~3/WpojjokiDiQ/feira-em-paris.html

DE VOLTA - 24Out2010 17:58:00
Voltando, encontrei esta carta ao Carioca,  Chico Buarque, e como eu lhe diria a mesma coisa, resolvi publicar. Espero que José Danon me perdoe a ousadia. 
Aliás, acho que ele está vivendo em Paris, ou não?
Saudades do Chico Buarque de Holanda.

Carta para o Chico Buarque
José Danon
"Chico, você foi, é e será sempre meu herói. Pelo que você foi pelo que você é e pelo que creio que continuará sendo. Por isso mesmo, ao ver você declarar que vai votar na Dilma ?por falta de opção?, tomei a liberdade de lhe apresentar o que, na opinião do seu mais devoto e incondicional admirador, pode ser uma opção.
Eu também votei no Lula contra o Collor. Tanto pelo que representava o Lula como pelo que representava o Collor. Eu também acreditava no Lula. E até aprendi várias coisas com ele, como citar ditos da mãe. Minha mãe costumava lembrar a piada do bêbado que contava como se tinha machucado tanto. Cambaleante, ele explicava: ?Eu vi dois touros e duas árvores, os que eram e os que não eram. Corri e subi na árvore que não era aí veio o touro que era e me pegou.? Acho que nós votamos no Lula que não era aí veio o Lula que era e nos pegou.
Chico, meu mestre, acho que nós, na nossa idade, fizemos a nossa parte. Se a fizemos bem feita ou mal feita, já é uma outra história. Quando a fizemos, acreditávamos que era a correta. Mas desconfio que nossa geração não foi tão bem-sucedida, afinal. Menos em função dos valores que temos defendido e mais em razão dos resultados que temos obtido. Creio que hoje nossa principal função será a de disseminar a mensagem adequada aos jovens que vão gerenciar o mundo a partir de agora. Eles que façam mais e melhor do que fizemos, principalmente porque o que deixamos para eles não foi grande coisa. Deixamos um governo que tem o cinismo de olimpicamente perdoar os ?companheiros que erraram? quando a corrupção é descoberta.

Desculpe, senhor, acho que não entendi. Como é mesmo? Erraram? Ora, Chico. O erro é uma falha acidental, involuntária, uma tentativa frustrada ou malsucedida de acertar. Podemos dizer que errou o Parreira na estratégia de jogo, que erramos nós ao votarmos no Lula,
mas não que tenham errado os zésdirceus, os marcosvalérios, os genoinos, dudas, gushikens, waldomiros, delúbios, paloccis, okamottos, adalbertos das cuecas, lulinhas, beneditasdasilva, burattis, professoresluizinhos, silvinhos, joãopaulocunhas, berzoinis, hamiltonlacerdas, lorenzettis, bargas, expeditovelosos, vedoins, freuds e mais uma centena de exemplares dessa espécie tão abundante,desafortunadamente tão preservada do risco de extinção por seu tratador. Esses não erraram. Cometeram crimes. Não são desatentos ou equivocados. São criminosos. Não merecem carinho e consolo, merecem cadeia.
Obviamente, não perguntarei se você se lembra da ditadura militar. Mas perguntarei se você não tem uma sensação de déjà vu nos rompantes de nosso presidente, na prepotência dos companheiros, na irritação com a imprensa quando a notícia não é a favor. Não é exagero, pergunte ao Larry Rother do New York Times, que, a propósito, não havia publicado nenhuma mentira. Nem mesmo o Bush, com sua peculiar e texana soberba, tem ousado ameaçar jornalistas por publicarem o que quer que seja. Pergunte ao Michael Moore. E olhe que, no caso do Bush, fazem mais que simples e despretensiosas alusões aos seus hábitos ou preferências alcoólicas no happy hour do expediente.

Mas devo concordar plenamente com o Lula ao menos numa questão em especial: quando acusa a elite de ameaçá-lo, ele tem razão. Explica o Aurélio Buarque de Hollanda
, seu tio, que elite, do francês élite, significa ?o que há de melhor em uma sociedade, minoria prestigiada, constituída pelos indivíduos mais aptos?. Poxa! Na mosca. Ele sabe que seus inimigos são as pessoas do povo mais informadas, com capacidade de análise, com condições de avaliar a eficiência e honestidade de suas ações. E não seria a primeira vez que essa mesma elite faz esse serviço. Essa elite lutou pela independência do Brasil, pela República, pelo fim da ditadura, pelas diretas-já, pela defenestração do Collor e até mesmo para tirar o Lula das grades da ditadura em 1980, onde passou 31 dias. Mas ela é a inimiga de hoje. E eu acho que é justamente aí que nós entramos.

Nós, que neste país tivemos o privilégio de aprender a ler, de comer diariamente, de ter pais dispostos a se sacrificar para que pudéssemos ser capazes de pensar com independência, como é próprio das elites - o que, a propósito, não considero uma ofensa -, não deveríamos deixar como herança para os mais jovens presentes de grego como Lula, Chávez, Evo Morales, Fidel - herói do Lula, que fuzila os insatisfeitos que tentam desesperadamente escapar de sua ?democracia?. Nossa herança deveria ser a experiência que acumulamos como justo castigo por admitirmos passivamente ser
governados pelo Lula, pelo Chávez, pelo Evo e pelo Fidel, juntamente com a sabedoria de poder fazer dessa experiência um antídoto para esse globalizado veneno. Nossa melhor herança será o sinal que deixaremos para quem vem depois, um claro sinal de que permanentemente apoiaremos a ética e a honestidade e repudiaremos o contrário disto. Da mesma forma que elegemos o bom, destronamos o ruim, mesmo que o bom e o ruim sejam representados pela mesma pessoa em tempos distintos.

Assim como o maior mal que a inflação causa é o da supressão da referência dos parâmetros do valor material das coisas, o maior mal que a impunidade causa é o da perda de referência dos parâmetros de justiça social.
Aceitar passivamente a livre ação do desonesto é ser cúmplice do bandido, condenando a vítima a pagar pelo malfeito. Temos opção. A opção é destronar o ruim. Se o oposto será bom, veremos depois. Se o oposto tampouco servir, também o destronaremos. A nossa tolerância zero contra a sacanagem evitará que as passagens importantes de nossa História, nesse sanatório geral, terminem por desbotarem na memória de nossas novas gerações.

Aí, sim, Chico
, acho que cada paralelepípedo da velha cidade, no dia 3 de outubro, vai se arrepiar.

Seu admirador número 1,
Zé Danon


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SALMÃO GRELHADO - 10Set2010 15:30:00
Malas prontas, viajamos amanhã. Primeira etapa, Paris, depois Toulouse, Andorra, então 10 dias entre Florença e Milão e 2 dias em Amsterdã. Voltamos dia 7 de outubro.
Terminando o que tem no freezer e na geladeira, sem compras nestas 2 últimas semanas a não ser frutas e folhas, pouca coisa, ontem jantamos salmão grelhado regado com manteiga, alho, cebolinha e salsinha. O salmão ficou descongelando por 1 hora regado com limão e pimenta do reino.
Acompanhamos com batata cozida e ervilhas, passadas em azeite.


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DOBRADINHA ou TRIPES - 23Ago2010 18:35:00
Há quem adore e há quem, como eu, nunca experimentou e nem quer experimentar. Aqui em casa existem dos dois tipos de gente. Ontem fui ajudante de cozinha e L. fez a dobradinha ou tripe.
Tripe fica mais fino, mas me remete ainda mais às tripas, razão da minha não aceitação deste prato.
 O feijão branco foi deixado na água pela noite toda e cozinhou com louro.
A dobradinha/tripe foi lavada e relavada, deixada horas em água com limão e fervida por tres vezes em águas diferentes.
Toicinho derretido na panela, bem devagar. Juntou-se o paio e a linguiça fatiados, cenoura também, cebola e alho refougou-se por bastante tempo, adicionou-se a tripe já cozida como acima descrito. O feijão foi por cima de tudo e misturou-se bem, cozinhando mais 20 minutos. Não comi a dobradinha, mas comi os arredores todos. Com arroz branco.
Et le vin portugues acompanhou.
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MONTEVIDEO e EU - 17Ago2010 19:00:00
Acordei cedo e vim fazer o que precisava e também o que não precisava no computador.
E ensaiei até as onze e meia a sair para andar. Então, tomei coragem e fui, iniciando assim a minha trigésima terceira tentativa de sair a andar todos os dias. Preciso de torcida para isto ir para a frente.
Voltando a Montevideo, mais dois restaurantes por onde passamos. . . e comemos.
El viejo y el mar, absolutamente sem pretenção, na rambla, frente ao mar, entramos assim meio de lado, mas a atmosfera logo nos conquistou.



De entrada, mejillones a provençal, que nem estavam no cardapio. Provençal perfeito,  mexilhões muito frescos, acompanhados por jerez Tio Pepe.










Fomos acompanhados por um vinho muito jovem e de sabor muito estranho. Não entendo de vinhos o suficiente mas lembrei de ter lido no blog Gourmandise, o Michel e a Nina dizerem algo sobre vinho salinado, foi isto? Talvez por ser plantação bem próxima ao mar?   





Pedi, para variar, uma pasta, realmente eu adoro macarrão. Spaguetti com frutos do mar e L. pediu lenguado com molho rockefort.



Fazia muuuito frio lá fora. Mas o ambiente estava aquecido na medida certa.
Dia seguinte fomos até Cpolonia de Sacramento, uma cidadezinha deliciosa, parecendo um Paraty gelado.
Nesta noite fomos a um restaurante bastante indicado, aliás, o mais indicado de Montevideo. La Perdiz. Tipo pub restaurante. Fomos sem reserva, mas a sorte estava conosco e ocupamos a última mesa disponivel. Muito perto do assador, o calor estava um pouco demais. Tive que tirar todos os agasalhos e assim mesmo fiquei um pouco incomodada.
A partir deste momento o restaurante começou a encher, as pessoas no balcão esperando por mesas.
A entrada foi a melhor parte. Presunto cru uruguaio, muito próximo do Serrano, com sabor mais jovem. A quantidade que veio para uma pessoa foi imensa, não demos conta. Experimentamos Patricia. a cerveja mais divulgada por eles. Boa!




Lugar bem decorado. L. pediu certo, entrecôt com batatas. Pra variar, tentei a massa. Raviolis de salmão com molho de caviar negro. O recheio, de salmão defumado, roubou o gosto do resto do prato, o caviar poderia ser qualquer coisa tipo papoula ou pimenta que não faria diferença.

 
No domingo, fomos de Frankfurter e Hungaras (ou seja, cachorro quente e sanduiche de linguiça ) na praia, delicious. . .


E fomos passar a tarde  no hipódromo. Não, não jogamos, só ficamos olhando os cavalos, escolhendo um no páreo, e torcendo. É um espetáculo lindo que, em São Paulo sempre esquecemos de ir ver.

Ficamos no hotel boutique Cala de Volpe, na Rambla  Gandhi, acertando por acaso na escolha pela internet. Pessoal simpático, apartamento amplo e claro, vista para o mar e o café da manhã excelente.

A única surpresa foi o Homem Aranha que apareceu numa tarde enquanto estava descansando e olhando o mar. Imaginem meu susto, quando de repente desce do nada esta figura. Mas, tudo certo.

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MONTEVIDEO - 12Ago2010 20:52:00
O valor da passagem estava irresistivel, fomos passar um final de semana comprido em Montevideo.
Já acho que estou viciando no frio e as baixas temperaturas têm nos atraido bastante. As mínimas por lá estavam beirando 3 graus C, na madrugada e a máxima, nos melhores dias, 14 graus C na hora do sol forte, das 14 às 16 horas.
Chegamos na sexta feira e logo encontramos o que fazer nesta noite. Jazz band com jantar no Rara Avis, um restaurante muito aconchegante e simpático, no teatro Solis, inaugurado em 1876. O teatro, não o restaurante. Reservamos, ainda bem. Lotou.
Foi o resto mais caro da temporada.


Minha escolha foi o confit de coelho e L. ficou com o Chateabriand.
A carne estava perfeita, o coelho, um pouco seco para um confit 8 horas no fogo.
Durante o jantar, a Mississipi Jazz Band tocou em um palco elevado, e depois entre as mesas. Um bom New Orleans Jazz.

O vinho escolhido foi perfeito, Tannat, 2007, Viejo da vinícola Stagnari.

Como eu lembrei acima que foi o jantar mais caro e, de longe o mais caro, com show e tudo ficou em 3.800 pesos uruguaios, o que significa aproximadamente 130 US$, ou seja, não teriamos este jantar em São Paulo por este valor.

No dia seguinte fomos ao famoso Mercado do Porto.
A arquitetura lembra um pouco o mercado de Santiago do Chile, uma parte está em obras de restauração. Muita gente, preços baratos e commida boa.

Depois de almoçar, andamos ao redor, compramos dulce de leche, huuuummmm doido de bom!
                                                                                                a continuar -

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SALADAS NO CALOR DO INVERNO - 23Jul2010 18:41:00
Com o calor que chegou durante o inverno esta semana aqui na Rifaina, tenho apetite para coisas bem frescas. E só.



Saladinhas bem coloridas como esta que junta alface, rúcula, cebola, mexirica e carambolas (as primeiras nascidas aqui em casa).
Manga com maracujá, combinação deliciosa.

Fonte: http://feedproxy.google.com/~r/ideiasalacarte/~3/4Gu5uTt7CnE/saladas-no-calor-do-inverno.html


Julho, crianças, férias.
Arroz com feijão, bife e batata frita, miojo, bolo, frutas, bolachas, sucos.
Festa julina, bolo de fubá, pipoca, amendoim com canjica, caldo de galinha com fubá.
Julho, visitas adultas também.
Feijoada, massas, peixes, queijos, vinhos e cerveja.
E água, muita água para acompanhar o dia. Por aqui um tempo muito agradavel, com temperatura de 25 graus , subindo entre meio dia e 4 da tarde, muito sol, muitas estrelas.
    Variando um pouco, experimentei fazer este tabule com quinoa misturado ao trigo branco. Superou expectativas. Muita salsinha e hortelão, tomate, pepino e cebola tudo muito picadinho. A quinoa escura foi cozinhada alguns minutinhos, 2 xicaras de água para 1 de quinoa. O trigo, 1 minuto no micro. Mistura tudo, sal, pimenta doreino, vinagre de vinho e 1 pouco de azeite de oliva.

              Um sashimi e sushi improvisados com a tilapia do Jacare, pescada e presenteada.
                                                   Assim chegou nosso peixe.

Destaque apenas para a entradinha que só não foi criada porque nada se cria, tudo se transforma. Feita com repolho fatiado e cozido e depois marinado por meia hora em shoyu, óleo de gergelim. saque e molho de ostra, coberto com castanha de caju ligeiramente passadas pelo processador.

                                                                           Sashimis

Os sushis inspirados .... ainda...sim, foi feito há quinze dias,  na copa, foram enrolados e escarola e receados com alga, manga e picadinho de peixe com cebolinha verde e maionese.

       Concordam? uma mesa agradavel para o final de semana anterior ou posterior às ferias.


Fonte: http://feedproxy.google.com/~r/ideiasalacarte/~3/OSeOEhtExE0/tabule-de-quinoa-e-improviso-japones.html

BOLO DE IOGURTE COM PISTACHES - 24Jun2010 20:48:00
Delicioso este bolo/torta de iogurte. Dentre os opcionais, usei pistache passado bem de leve no processador, endro e cascas de mexirica ponkan frescas cortadas em tiras muito finas.
Depois de pronto, deixei cortado em quadrados e sumiu rapidinho.
          Facil e rápido, como tem que ser nestes dias de muitos o que fazer.
E que friozinho gostoso tem feito por aqui, nesta terra quentíssima.
Conseguimos clima de inverno, com direito a fondue de queijo e lareira,


Fonte: http://feedproxy.google.com/~r/ideiasalacarte/~3/EkXTZV4Y6fU/bolo-de-iogurte-com-pistaches.html

PUERTO MADRYN - RESTAURANTES - 11Jun2010 18:04:00
Puerto Madryn fica entre Trelew e Puerto Pyramides, Chubut, Patagonia Argentina.
A cidade, muito bonita, vive de porto, pesca, turismo e cassinos, claro.
Na primeira noite, fomos ao famoso El Nautico.
Bastante tradicional, tem decoração acolhedora e caliente, o que funciona bem num lugar onde tudo funciona a portas fechadas para não congelar.



O cardápio foi:


Mexilhões a provençal começando.

Para mim ravioli a moda do chef. . .
vem com um ovo no meio!





Abadejo com molho de limão e ervas para L.                                                                   







                        A adega que serve a casa é esta
Del fin del mundo.  Vinho da Patagonia que nunca
haviamos experimentado. E uma grande pena que
não chegue nas prateleiras de nossas distribuidoras.
O Chardonay estava divino.


Carlos, o garçon mais simpático da temporada.



Na outra noite fomos a Los Colonos.
Construido como um barco de madeira, ele chama a atenção.


Filé de linguado acompanhado de legumes e espetinhos de langostins.

Badejo com molho mostarda, acompanhados de bolinhos de batata (eu não tinha entendido como eram as batatas e pedi errado).                                                     Enfim, muita comida para pouca fome.  O famoso pecado da gula.





Fonte: http://feedproxy.google.com/~r/ideiasalacarte/~3/R1mmW3tPPcc/puerto-madryn-fica-entre-trelew-e.html

BUENOS AIRES RESTAURANTES II - 26Mai2010 03:30:00

Seguindo em Buenos Aires e num dos dias em que andamos alguns duzentos quilômetros pelas ruas e avenidas, fomos da Tucuman no centro até Palermo Soho e voltamos andando, resolvemos fazer um retorno no tempo e ir ao Palacio das Papas Fritas

Este restaurante no calçadão da Lavalle é a lembrança mais antiga que tenho de Buenos Aires e é o representante mais fiel da cozinha portenha.
E obviamente pedimos papas fritas, que são únicas, não adianta tentar, não saem iguais.  Os acompanhamentos não fazem muita diferença, lomo, milaneza, saladas

Depois de um bom descanso, com direito a banheira  repleta de gel e loção, as pernas para cima, um bom descanso, vamos de novo à luta.
Precisávamos de um jantar leve, então consegui o que eu queria e meu acompanhante dizia não querer. Japones portenho. Na verdade, é um restaurante que tem sua  sede no Peru e a proposta é uma cozinha fusion peruana/japonesa. As duas tem muitos pontos em comum, uma vez que a base são os peixes crus e os frutos do mar. A sugestão veio novamente dos meninos Destemperados. Já disse a eles que eles devem continuar destemperando que nos continuamos temperando...

O Osaka também fica em Palermo Soho e foi o restaurante com nota 9,9. Só para não empatar com o Tomo1 que ganhou nota 10.
Começamos pelos tiraditos.
Peixes brancos e polvo. Os molhos são uma fusão de limão com molhos orientais, onde vamos reconhecendo ticos de shoyo, molho de ostra, saque, gergelim. 



          
 Depois pedimos Mariscos al fuego, realmente a mesa esquentou. São lulas e polvos picaditos sobre conchas Shell, vieiras, com molho agridoce e, no meio, um sal grosso aromatizado onde vai o FUEGO!!!    
                  

  
Finalmente, o plat de résistence. Cá pra nós, a sustancia, veio na forma de Shitakes com langostins, delicioso molho oriental (estava mais para a cozinha chinesa), banhado em sementes de gergelim.



Estivemos ainda, como não podia deixar de ser,  por duas vezes em Porto Madero, para o festival  de carnes argentinas.
No Las Lilas, após uma hora de leitura da carta de vinhos, sim, este livro aí em cima é apenas uma carta de vinhos, a inspiração para os pedidos não veio e pedimos o de sempre.  Bife de  chorizo, lomo e acompanhantes.  
O vinho escolhido foi o Santa Ercilia. Temos sempre que fazer uma equação entre o lado direito e o lado esquerda da carta de vinhos para chegarmos à escolha certa e, com aquele número de páginas, isto foi um tanto complicado e demorado.
Ao final, lemoncello e licor de amêndoas tipo Drambuie, lembraram os licores caseiros daqui do nosso interior. De qualquer forma, três simpatique.


Seguindo o mesmo caminho e o mesmo raciocínio, o Estilo Campo tem decoração bem cuidada e o serviço atencioso
Charmosos , e quero copiar se fizer uma nova cozinha, os bancos altos feitos com sucata de tratores de arado. 
              
Tambem  não precisamos de muita criatividade para os pedidos, Bife de costilla e Sorrentinos com molho bolonheza de lomo picado no cuchillo. Não confundir com cochilo, pois qualquer cochilo e lá se vão os dedos no molho.
 

   
Tem um restaurante italiano escondidíssimo na Boca, o Il Matterello. A recomendação está em vários sites e blogs, sempre com muitos comentários extremamente favoráveis. Nome do restô na mão, conseguimos fazer uma reserva, meio achando que era bobagem pois segunda feira gelada que estava... Endereço na mão, e o motorista do taxi teve que pedir ajuda aos universitários via radio, Enfim chegamos. Se não tivéssemos feito a reserva, jamais entraríamos.
Fica num sobrado, rua escura, todos recomendando não sair de lá sem chamar um taxi, escada abaixo, clima de cantina paulistana.
  O vinho, dos melhores e mais desconhecidos para nós.
Foi no dia 29, então pedi o nhoque tradicional do dia. Estava assim assim. L. pediu raviólis que estavam apenas bons. Acho que não fizemos as escolhas fantásticas. Mas a proprietária, uma senhora assim da minha idade, parecia que nos conhecia de há muito tempo. Simpatia em pessoa, acompanhando cada convidado (não parecíamos meros clientes) até a porta, esperando o taxi chegar e contando de sua vinda da Toscana para a Argentina muuito tempo atrás e do lugar escolhido pelo marido para abrir o restaurante que deu certo não se sabe porque. Acho que sei. A simpatia dela.
O mico da temporada foi o Green Bamboo. Muito apontado e recomendado, mostrou-se assim:  bebidas boas.


        
Encontramos amigos e lá fomos para o vietnamita que vinha cutucando minha memória do conterrâneo  inglês que fica la pelo Greenwich em Londres que jamais me sai da lembrança.
A melhor experiência culinária oriental que já experimentei e que, agora, acho que vai ser única mesmo e for ever.  O Green Bamboo, em Palermo Holywood, tem um ambiente delicioso, a decoração kitsh super interessante. Se reservar, não esqueça de pedir uma mesa com pés, a menos que estejam acostumados com posições de yoga.


Estávamos em 6 pessoas e fomos acomodados em uma mesa exatamente oriental, almofadas e ponto. Não ficamos confortáveis e fomos logo atendidos ( o duro foi levantar depois de estar sentada) e mudamos para uma mesa com poltroninhas, nas quais nossos corpos ficavam a 45 graus para poder pegar copos ou pratos. Enfim, como disse o amigo, dez % melhor.
Os pedidos:              
 
De confit de pato a peixe ou mariscos, não agradaram.

Agora a decoração ABSOLUTAMENTE kitsh, é muito interessante:

    
Mas, não sei se vale a pena, a comida é muuuuito ruim.



Fonte: http://feedproxy.google.com/~r/ideiasalacarte/~3/ORZmS2hLpsY/buenos-aires-restaurantes-ii.html

BUENOS AIRES RESTAURANTES I - 20Mai2010 17:29:00
Foram seis dias em Buenos Aires, testando as dicas de varios sites, blogs e Destemperados.
Vou tentar fazer uma viagem rápida pelos restôs onde estivemos.

Na noite da chegada fomos al El Club de la Milaneza, em Palermo Soho, pois havia alguém louco para provar a própria, pois em casa nem vem que não tem.
                  O cardapio extremamente variado, como eles mesmo dizem: Empanamos tudo o que encontramos.

L. estava mesmo necessitado de uma milaneza, pediu a tradicional com papas fritas.
 Eu experimentei com muzzarella, dizem que de búfala, com rúcula e tomate; e estava boa. Só boa, eu não disse ótima.
Matei saudade da velha Quilmes.


O ambiente muito agradavel, com artistas locais e população local.





        No dia seguinte, já portenhos de nascimento, resolvemos ir ao Tomo1. É um restaurante escondido no hotel Panamericano, na Carlos Pellegrini, centrão.
Assim meio escondidinho, tirando os turistas que imagino serem hóspedes do hotel, só os portenhos frequentam. E como, sem reserva,não vá.              Dando notas de 1 a 10, este seria o nota 10.  Cozinha francesa e italiana.                                     
Começando pelo caldo de tomate com roquefort e torradas com anchovas.

Passando pela salada de peras com brie e amendoas caramelizadas, espinafres ao centro (os espinafres de lá são bem mais tenros e se prestam melhor do que os nossos a posar de salada crua).


                       Cappelettis com recheio de espinafre e molho ao sugo, perfeitos.   Arrematando, o melhor café de Buenos Aires.
Vou deixar o restante para outra postagem pois não estou dando certo com o blogger hoje. Não consigo fazer  o que quero com a postagem, será que é só comigo ou está realmente muito ruim postar aqui??????




Fonte: http://feedproxy.google.com/~r/ideiasalacarte/~3/un5j_Z49fHg/buenos-aires-restaurantes-i.html

SORRENTINOS - 16Mai2010 19:48:00


Trouxe da Argentina a receita dos sorrentinos que só como por lá. Voltei com a ideia fixa de faze-los.
A Laura deu a receita la em Playa Union e comprei os utensilios necessarios em Buenos Aires.
               
Na receita apenas tive que acrescentar  1/2 xic. de farinha, pois a farinha de trigo brasileira comporta-se de modo diferente da Argentina.
O ponto é o de massa fresca, para abrir no cilindro ou com rolo, mas é mais macia, então tive que usar bastante farinha na mesa e abri com o rolo mesmo. 

Quanto ao bate no processador, fiz na panificadora.



O utensilio necessário é só o molde plastico, onde faz-se 8 unidades de cada vez. Mas como não resisto a alguma nova ferramenta, adquiri também o cortador individual.


          A massa deve ser aberta bem fina e colocada sobre o molde,
coloca-se o recheio e outra folha de massa por cima.
Passei o rolo de abrir massa por cima e eles já saem bonitinhos e inteiros, muito prático e facil.

Fiz o recheio de espinafre com funghi porcini, ligeiramente refogados com cebola e depois escorridos para ficarem bem secos.
O molho foi um ragu que já estava no freezes esperando a hora certa de ser usado.






Fiz 2 receitas pois tinha convidados para o almoço. Meio quilo de farinha de trigo foi o suficiente para fazer 56 unidades.
As claras sobraram, batidas com açucar foram ao forno até dourar e depois, devoradas com sorvete de chocolate comprado no seu Dito, na Rifaina. Os sorvetes são muito bons e o preço deles é incrivel para quem mora em São Paulo ou outra grande cidade. Custa um real cada bola.



Fonte: http://feedproxy.google.com/~r/ideiasalacarte/~3/sZ2Hy__WMfE/sorrentinos.html

PATAGONIA - ASADO - 12Mai2010 19:56:00
Chegando de 15 dias na Argentina. Vou postar do final para o início da viagem.
Os últimos 6 dias foi na Patagonia, mais precisamente estivemos em Playa Union, Rawson, em Puerto Madryn e Puerto Piramydes e em Trelew. Também estivemos em Gayman, cidadezinha onde habitam os descendentes dos galeses que colonizaram esta parte da Argentina.

Fomos recebidos com muito calor e generosidade pelos amigos Adão e Laura, desde o dia em que chegamos, 1 de maio, quando já fomos almoçar no porto de Playa Union.











Playa Union é uma cidade pequena e que dizem ter 6.000 habitantes dos quais vimos uns dez por cento. Explicação: não é verão.
Os pedidos de abadejos com diferentes salsas, tomate e roquefort. Muito deliciosos.


Para finalizar um sorvetão estilo barco, bem próprio para o lugar cuja principal atividade é a pesca.
No dia seguinte, aniversario da Olivia, teve festa e o prometido asado patagonico. Valeu, Adon!
O cordeiro é assado lentamente no fogo de chão e regado com chimichurre misturado a vinho.

Capítulo à parte, não contávamos encontrar esta grande pâtissière, Laura.
Tudo feito em casa. A torta Guiness que eu já tinha visto na internet mas não havia provado, é dos deuses. O bolo e os cup cakes Minies, muito fofos.
Tem mais? tem sim. Fomos convidados para almoçar uma pasta caseira com pollo deliciosos e a jantar o famoso Pollo ao disco na casa de amigos dos nossos amigos:
O frango é cozinhado nesta panela tipo paelleira em um molho com pimentões, tomates e cerveja, fora os temperos que ninguem contou.
Não terminou por aí. No último dia fomos a Gayman proar o famoso chá gales.

Na entrada tem uma placa dizendo que receberam Lady Diana em 1995 para o cha, e até hoje os narizes estão bastante empinados.
Bolos, pães, geléias e chas para ninguem botar defeito.
Puerto Madryn e Buenos Aires onde fomos conferir algumas dicas blogueirenses e outras indicações de amigos, virão em breve.

Fonte: http://feedproxy.google.com/~r/ideiasalacarte/~3/AOfyoBF8ECc/patagonia-asado.html

RISOTO DE ATUM DEFUMADO - 22Abr2010 19:10:00
Fim de semana passada estavam aqui o Zed e a Chris , tempo bom, sol e nem tão quente. Fizemos Risoto de atum defumado. O cenario era meio assim:
Usei arroz carnarolli, manteiga para refogar alhos picados e um pé de cebolinhas verdes com talo bem grosso, assim como um alho poró.
Tudo refogado, vinho branco para começar o cozimento e caldo de carangueijo feito com carangueijo em pasta (vidro), sal, pimenta do reino.
Quando já estava o arroz ao dente, juntei atum defumado em pequenos cubos e queijo parmesão Scala ralado. Tampei a panela por uns 10 minutos e, assim que servido, foi aprovado.
Acompanham cozidos: xuxu (chuchu?), brócolis e mandioquinha salsa, passados na manteiga.
Zed acrescentou as pimentas.


 
As flores na janela ajudaram na inspiração do almoço.

 
e  Miucha só espiou.


Fonte: http://feedproxy.google.com/~r/ideiasalacarte/~3/vCy1DI10tXE/risoto-de-atum-defumado.html

VIAJANDO - 12Abr2010 22:00:00

Viagens
Hoje é quarta feira. Viajamos no domingo até São Paulo. Chegamos lá pelas 6 da tarde, hotel, banho e jantar. Vamos ver como está o centro, tempão que não, tentar a Familia Mancini? Sim. Lá chegando, nos enviaram para o restaurante de cima, pois o Familia esta em reforma. Ótimo! Esteve bom desde a música, embora da nossa mesa escutássemos dois sons; os dois eram bons e só de vez em quando incomodava. O Buffet estava bom como sempre em todos os Mancini. Aliás, não tinhamos visto ainda a rua toda Mancinada, ficou muito bonito, com as luzinhas, parecia até que estávamos. . . não na Italia mas numa cidade pequena dos Estados Unidos, talvez . .  . sim lembrou Arlington.

Brodo para rebater o cansaço. Vinho tinto Corvo.
Segunda feira, depois de correr muita São Paulo atrás de documentos a serem assinados enfim aquelas coisas necessárias e como tudo o que é necessário é chato, seguimos sem paradas até Ubatuba. Banho e jantar, claro.
Após uma breve andada pelos calçadões de Itagua, acabamos no Bardolini. Um carpacchio de peixe (badejo marinado em limão) e um risoto de frutos do mar, acompanhados de cerveja Patricia (960 ml deliciosos). Esqueci de levar a câmera, também, ninguém é de ferro.
Chove que chove.
Depois de ver os jornais, todos eles descrevendo e mostrando a  chuva no Rio de Janeiro e o governador dizendo que houveram tragédias nos anos tais e tais, ou seja, esta não era a primeira, e  quem estava dizendo que era?, mas sem dar soluções ou sem assumir responsabilidades, fazer o que? Ninguém quer o muro, diz ele. Será que o muro iria mudar alguma coisa? Pergunto eu. Dormir um pouco.
 Sete horas da manhã, pegar o topógrafo e vamos medir a Picinguaba. Um pedacinho. A minha casa. Chove. Subimos o morro com aquele senhor de 80 anos saltitante na nossa frente, o topógrafo,  nós ofegantes atrás dele. Ok, mediu tudo o que encontrou lá na casa.Eu não entendo nada disso mas sei que as coisas precisam ser medidas. Mesmo que exista um documento do século passado, mais precisamente de 1982, hay que medir de novo. 
Voltar para Ubatuba, esperar pelo mapa e subir a serra, a chuva não parou um instante.
De Ubatuba até Ribeirao Preto, aproximadamente 8 horas de estrada.
Ribeirão, hotel, banho, jantar no Mirai. Dia de ostras frescas. Passarinho, o sushi man, decide o que vamos comer. Só pedimos preferência para os peixes brancos e polvo. Ban cha. 

Pela manhã em Ribes, dormi até mais tarde enquanto L foi levar a Nissan para trocar chaves. Café da manha, cartório, almoço e estrada.
Antes de chegar, passamos por uma daquelas pegadas de policia rodoviária e vimos um amigo, chamamos no celular, ele estava tendo algum problema com a cor do vidro do carro dele. L me deixou em casa tentando botar em ordem o que saiu do carro e lá foi socorrer o amicci.
Jantar: sopa. Caldo de carne que estava no freezer com cebolinhas, tomate e batata. Bom viajar e, ainda bem, bom voltar.


Fonte: http://feedproxy.google.com/~r/ideiasalacarte/~3/LS0i0LgAyss/viajando.html

DESKTOP - 09Abr2010 21:07:00
A bateria da câmera acabou bem quando eu ia postar aqui. Fica para amanhã.
Enquanto isto, venham compartilhar o Desktop, com fotos, quase sempre com um pé na cozinha, ou na sala de jantar, algumas outras vezes, para espairecer, com a cabeça nas nuvens.
As fotos são para compartilhar, só peço que me avisem.

Fonte: http://feedproxy.google.com/~r/ideiasalacarte/~3/aJ8AaZD63SM/desktop.html

Esta "torta" é muuuito facil de se fazer e fica deliciosa.

Primeiro cozinhe as batatas com sal, um dente de alho e um raminho de alecrim e amasse (quantidade por sua conta) forrando o refratario.



 Refogue o camarão com os temperos que preferir, usei alho, salsinha pimenta do reino e sal.




 Cubra com requeijão cremoso, usei Catupiry, nem tão cremoso, mas mais gostoso, eu acho. Polvilhe com parmesão ralado.
 Leve ao forno já quente, por 10 minutos para gratinar. Se puder, use a funçaõ grill do forno, fica mais moreninha.


Logo em seguida, coma com uma taça de vinho branco geladinho.

Bon appetit.

Fonte: http://feedproxy.google.com/~r/ideiasalacarte/~3/2oSJyBoT8QU/torta-de-camarao-com-queijo-cremoso.html

Depois de passar 2 anos sentindo uma dor esquisita sob as costelas, do lado direito e passando por ortopedistas e gastros displicentes, fazendo acupuntura por um ano, dieta saudavel, mais do que normalmente já faço... enfim... sem dormir direito todo este tempo porque doía e doia muito, foi descoberto o epicentro da dor. Pedra na vesícula. Já estava tão grande que a própria não existia mais. Cirurgia simples, super simples. Quatro furinhos que já nem aparecem mais, recuperação rápida. 
Estou contando tudo isto aqui no blog porque às vezes a gente tem que insistir mais para procurar a razão daquilo que nos incomoda. E acreditar mais no nosso próprio diagnóstico. Meu médico é de   competencia comprovada, mas quando eu dizia a ele que a dor era como se fosse uma pedra que se movia dentro de mim, ele sempre dizia que não era nada. E nunca pediu um ultrasom. O "garoto" que me tirou desta fase chata é um médico de 31 anos (ainda por cima bonitão, rsss) que diagnosticou na quarta e operou na sexta feira.
Alguma coisa incomoda? insista, peça todos os exames, acredite que voce conhece melhor seu corpo do que qualquer médico.

Bom, vamos ao que interessa:
Aqui uma entrada de salmão defumado. Só comprar, fatiar, gergelim por cima, molho de soja, molho de ostra e arredores (usei nabo e pepinos).
Tofu temperado com molho de soja, cebolinha verde e oleo de gergelim.
  E depois arroz jasmim, cozido com mangericão e polvilhado com raspas de limão.
Filé minhom em tiras com molho de limão, gengibre, horseradish, shoyo e alho, (tudo processado junto) .
 O arroz é feito sem refogar, só cozido com sal e mangericão picado. Enfeite com raminhos de hortelã, que podem ser misturados ao arroz por quem gostar.
 O filé, pedaço inteiro, selado em frigideira com pouco óleo. Deixa esfriar, corta em tiras. Coloca o molho e deixa marinar uns 10 minutos. Enfeite com tirinhas de pimentão vermelho. 




Fonte: http://feedproxy.google.com/~r/ideiasalacarte/~3/ieteufurouU/salmao-defumado-arroz-jasmim-file-thai.html